Seeing Home Through a Different Lens

“Cerrado [the Brazilian savannah] is my home. Cerrado is my life. Here I live. Here I work”. The words of the agronomist Rogerio Lustosa touch me. He was one of the participants of the photo workshop “Recriação do Olhar,” which, loosely translated, means “re-creating your view of the world”. The workshop was conducted last month by the photographer Adriano Gambarini, in Barreiras, Bahia as part of the Biodiversity Conservation Program – a project developed by CI-Brazil in partnership with Monsanto and implemented in the region by the local NGO Bioeste.

On our final day together, I interviewed Rogerio and the other photographers – Yurika, Claudio, Aryanne, André, Hebert, Luciana and Xavier – about the Cerrado. A common point is the propriety with which each of them speaks about the biome and its relation with it. It has been with this goal that CI-Brazil and Bioeste organized this photo workshop in the region. Over five days, 20 people, among participants (Helio, Rodney, Benito, Laura, Julio, Luciano and Virgilia were also there) and logistic team (Cleiton and Adriana), could learn photo techniques and could also know more about the region and its unique characteristics.

In five cars, we visited communities, rural proprieties and protected areas in Formosa do Rio Preto, São Desidério, Luís Eduardo Magalhães, Santa Rita de Cássia and Barreiras, all cities in western Bahia state. Altogether, we took more than seven thousand pictures. The different views and the love relationship the participants have with the biome is evident in their photographs. Forty-eight of them will be part of the itinerant exhibition “The look re-creation over Bahia´s Cerrado”, which will take place starting on July 28th, in Barreiras. In the meantime, take a look at a selection of some of our images in this photo gallery below.

Mirella Dominich is the communications manager of CI-Brazil. To read the Portuguese version of her post, click “read more”.

Em português

“O Cerrado é minha casa. O Cerrado é minha vida. É aqui que eu moro. É onde eu trabalho.” A fala do agrônomo Rogério Lustosa me emociona. Ele foi um dos participantes da oficina de fotografia “A Recriação do Olhar”, ministrada pelo fotógrafo Adriano Gambarini em Barreiras, na Bahia, entre os dias 29/4 e 3/5. A oficina faz parte do Programa Conservação da Biodiversidade, projeto desenvolvido pela CI-Brasil em parceria com a Monsanto e implementado na região com a ONG local Bioeste.

Gravei essa entrevista com Rogério e com outros participantes da oficina no último dia do encontro. Yurika, Claudio, Aryanne, André, Hebert, Luciana, Xavier também deram seu depoimento sobre o Cerrado. Comum a todos é a propriedade com que cada um fala sobre o bioma e sua relação com o mesmo. E foi justamente com esse objetivo que CI-Brasil e Bioeste organizaram a oficina de fotografia na região. Durante cinco dias, 20 pessoas, dentre participantes (Helio, Rodney, Benito, Laura, Julio, Luciano e Virgilia também estavam lá) e equipe de logística (Cleiton e Adriana), puderam aprender técnicas de fotografia e conhecer um pouco mais sobre a região e suas peculiaridades. A oficina deu ênfase à parte prática.

Em cinco carros, visitamos comunidades, propriedades rurais, áreas protegidas em Formosa do Rio Preto, São Desidério, Luís Eduardo Magalhães, Santa Rita de Cássia e Barreiras, todos no oeste da Bahia. Foram mais de sete mil cliques. Os diferentes olhares e a relação de amor dos participantes com o bioma podem ser identificados nas fotografias. Quarenta e oito delas vão fazer parte da mostra itinerante “A Recriação do Olhar Sobre o Cerrado baiano”, com estreia prevista para o dia 28 de julho, em Barreiras. Aguardem!

Comments

  1. Aryanne says

    Oi Mirella! Realmente essas palavras do Rogério emocionam e digo que também tenho o mesmo sentimento. Essa oficina foi um grande aprendizado, não mudou apenas o meu olhar como curiosa da fotografia, mas também como pessoa. Valeu!!! Estamos ansiosos pela exposição!

  2. CLAUDIO says

    Amazing experiences. A crazy place, with numerous forms of life, something that only exist in the cerrado. Through the lens, we let the history of this biome, good memories. I loved the company and the way that our expedition was conducted. Congratulations to all. Good clicks.

    Claudio ingrained in the Cerrado, laugs…

  3. Mirella says

    Com certeza o que fez toda a diferença nesse workshop foi o amor de cada um de nós pelo Cerrado!

    For sure what has made all difference in this workshop has been the love with feel for the Cerrado!

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>